sábado, 6 de dezembro de 2008

Google chrome


Google Chrome: o navegador web do Google. Alguém acreditava que isso não ia chegar um dia? É um passo a mais da estratégia do Google para conquistar a web e a ele mesmo para um futuro Google OS, sobretudo por algumas das características implementadas.

O Google entra em um setor dominado pela Microsoft. De acordo com a NetApplications, o Explorer detém 72,15% do mercado, seguido pelo Firefox, do Mozilla, com 19,73%, e o Safári, da Apple, com 6,37%. Para analistas, o Chrome é, sobretudo, um movimento estratégico. Ele não terá receita própria, mas prepara a empresa para uma era em que a internet será a porta de entrada de qualquer microcomputador. Por isso, através do Chrome, será possível acessar diversos aplicativos do Google, como processador de textos e planilhas eletrônicas, reunidos no Google Docs, que compete com softwares da Microsoft. Não é por outro motivo que o navegador "roda" em Windows, o que foi interpretado como uma clara demonstração de que o alvo é a Microsoft. "Em breve, lançaremos versões para o Linux e Mac", diz Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil. Segundo ele, o crescimento acelerado de acessos à internet tornou os browsers obsoletos, o que levou o Google a pensar em um modelo voltado para as necessidades dos usuários de hoje.

ATÉ AGORA, O EMBATE entre Google e Microsoft ocorria num campo quase filosófico. A empresa de Larry Page e Sergey Brin sempre apostou na oferta de conteúdo gratuito para atrair usuários - a receita vem da venda de links em seu site de busca. Já a Microsoft baseia- se na venda de licenças para uso de seus softwares. Desde a terça-feira 2, a disputa tornou-se mais escancarada. Naquela data, em eventos simultâneos ao redor do planeta, o Google lançou o Google Chrome, um navegador próprio e, é claro, gratuito, como reza a cartilha da empresa. Disponível em versão beta em 43 idiomas, inclusive português, para mais de 100 países, o novo serviço chega com a promessa de tornar mais rápida e simples a navegação na internet e o uso de aplicativos online. Com seu estilo irreverente, no mesmo momento em que anunciava a novidade, a empresa colocava na primeira página de seu site uma história em quadrinhos, na qual os personagens discorrem sobre o desenvolvimento e as vantagens do Chrome. No Brasil, a reação da Microsoft foi imediata. No dia seguinte ao nascimento do Chrome, a empresa de Bill Gates anunciou a versão em português do Explorer 8, lançado globalmente há poucos dias.
O Google entra em um setor dominado pela Microsoft. De acordo com a NetApplications, o Explorer detém 72,15% do mercado, seguido pelo Firefox, do Mozilla, com 19,73%, e o Safári, da Apple, com 6,37%. Para analistas, o Chrome é, sobretudo, um movimento estratégico. Ele não terá receita própria, mas prepara a empresa para uma era em que a internet será a porta de entrada de qualquer microcomputador. Por isso, através do Chrome, será possível acessar diversos aplicativos do Google, como processador de textos e planilhas eletrônicas, reunidos no Google Docs, que compete com softwares da Microsoft. Não é por outro motivo que o navegador "roda" em Windows, o que foi interpretado como uma clara demonstração de que o alvo é a Microsoft. "Em breve, lançaremos versões para o Linux e Mac", diz Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil. Segundo ele, o crescimento acelerado de acessos à internet tornou os browsers obsoletos, o que levou o Google a pensar em um modelo voltado para as necessidades dos usuários de hoje.

O desenvolvimento do Chrome começou há pouco mais de um ano incorporando soluções já existentes no mercado de busca - uma espécie de colcha de retalhos digital. A página principal do navegador trará os sites mais visitados pelo usuário, atualizados conforme o uso. Cada aba (páginas que se abrem sobrepostas) possui memória independente, o que impede que a velocidade de uma prejudique a de outra.

Quando uma aba trava, as demais podem continuar a ser usadas sem necessidade de fechar o navegador. Outra promessa é a rapidez do Chrome, com o uso do Webkit, mesmo códigofonte adotado pelo Safári. Para garantir velocidade dos aplicativos pesados, como vídeos e jogos, o browser do Google contará com o sistema em Javascript V8, nome que remete aos motores possantes de carros. A ferramenta também proporciona a criação de novas aplicações online. "Por estar em plataforma totalmente aberta, o Chrome não impede que outros o melhorem", afirmou Ximenes. O próximo passo do Google é buscar parceiros de distribuição para disseminar o uso do novo browser, como provedores de acesso e até mesmo fabricantes de hardwares que embarquem o Chrome em seus equipamentos.

MySpace quer virar o jogo







Depois de perder a liderança e crescer menos do que o planejado, a rede social muda estratégia de NEGÓCIOS para se tornar mais LUCRATIVA. A REDE SOCIAL MYSPACE ESTÁ PASsando por uma crise de identidade. Criado há quatro anos pelos jovens Chris Dewolfe e Tom Anderson, o site perdeu em agosto a liderança para o Facebook, tomando como parâmetro o número de usuários.

Pelo mesmo critério, foi a comunidade virtual que registrou no ano passado o menor índice de crescimento em relação a seus concorrentes - teve alta de míseros 3%, enquanto o Facebook e o Orkut evoluíram 153% e 41%, respectivamente. No Brasil, apesar de triplicar o número de sócios em 2007, o MySpace continua bem distante do Orkut e ainda perdeu a segunda posição para o portal latino-americano Sonico. O negócio que parecia fadado ao sucesso também decepcionou no campo financeiro. No ano fiscal encerrado em junho, não atingiu a meta de US$ 1 bilhão em receitas estabelecida pelo magnata Rudolph Murdoch, que adquiriu a marca em 2005. Embora não apresente oficialmente seus dados, estimase que o MySpace tenha faturado cerca de US$ 800 milhões. Ainda é muito, diante do desempenho da concorrência (para efeito de comparação, o faturamento do Facebook foi de US$ 265 milhões). Apesar de não admitirem a crise, os fundadores, Dewolfe e Anderson, concluíram que chegou a hora de mudar de estratégia.

Para se tornar mais receptiva aos anunciantes, a home page do portal foi remodelada. O site, que ficou famoso por revelar bandas desconhecidas, decidiu entrar também na comercialização de músicas digitais. Na semana passada, lançou o MySpace Music, em parceria com as principais gravadoras do mundo, para concorrer com o iTunes, da Apple. A ferramenta busca atrair usuários com uma mistura de música gratuita ilimitada, venda de faixas, ingressos para shows e merchandising.

A possibilidade de personalização das páginas dentro da comunidade virtual, uma das características do portal, tem atraído investimentos publicitários de marcas que querem interagir com os usuários. A Pepsi, por exemplo, lançou com exclusividade seu novo vídeo promocional no MySpace TV. A Warner e a Fox escolheram a rede social como um dos pilares de divulgação dos filmes "10.000 A.C." e "Jumper", produzidos pelos dois estúdios. "O fato de o MySpace ter uma temática bem definida o torna mais atraente como mídia e o posiciona de forma privilegiada em relação a outras redes sociais", diz Abel Reis, presidente da Agencia- Click, especializada em internet. O MySpace, enfim, descobriu que não bastava ser o preferido dos usuários. É preciso ganhar dinheiro também.

O paraíso da tecnologia



Os brasileiros são campeões no uso de ferramentas da internet, mas as empresas ainda não ganham dinheiro com isso

HÁ TEMPOS, O BRASIL É visto como país emergente . A expressão significa que a economia brasileira tem perspectivas de se tornar uma potência, mas ainda precisa percorrer um caminho antes de chegar lá. O título de promessa do futuro, porém, se restringe à economia. No universo da internet, o País é o queridinho das empresas de tecnologia, à frente de gigantes como EUA e China.

Apesar de toda a popularidade da tecnologia por aqui, as empresas ainda não descobriram como transformar isso em receita. A captação de publicidade online no mercado brasileiro ainda é tímida, se comparada à de outros países. Segundo o IAB, instituto de pesquisas, a internet recebe investimentos publicitários de R$ 470 milhões por ano. Nos EUA, a quantia supera US$ 21 bilhões. Para Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência, as empresas deveriam explorar mais as redes sociais em suas ações de marketing e comunicação.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Como remover o vírus do MSN


Esses virus do MSN que envia mensagem automática com link representa um grande perigo, já que o mesmo pode conter se clicado códigos maliciosos, instalação do keylogger, trojan e até rootkit de dificil remoção que vai prejudicar e muito o funcionamento do computador imagina só isso é algo que representa um grande risco para a segurança e privacidade, muitas pessoas tem a conta do MSN e até mesmo orkut excluída sem saber o que aconteceu.

Existe um programa ótima especializado na remoção de Vírus no MSN.
O Clean Virus MSN identifica e elimina Vírus do MSN no seu computador.

sábado, 27 de setembro de 2008

IMOBUSCA, maior site de buscas de imóveis do Brasil, confira!


Fácil, intuitivo, bonito e leve, muito bom mesmo a nova versão do IMOBUSCA.
Excelente site, recomendo:IMOBUSCA





sexta-feira, 8 de agosto de 2008

???fazer um site em Flash ou em HTML???


Como decidir qual o melhor formato para o seu site pessoal ou para o site da sua empresa? Será que um site em Flash é mais eficiente que um em HTML ou vice-versa?

Pense da seguinte maneira: seus usuários querem informações - e essas informações devem ser encontradas de forma fácil e descomplicada. Não interessa se o seu site é bonito, tem som ou ainda tem efeitos nos botões pois isso é irrelevante neste caso: o internauta quer achar informações de forma direta e prática.

Um bom site precisa de usabilidade, ou seja, é muito mais importante a organização das informações do que a "casca" do site. Entretanto isso não significa que um site feio não causará uma má impressão da empresa para clientes em potencial.

Mas pense bem, será que uma integração entre as duas tecnologias não seria ideal para seu site?? talvez seja uma boa pedida. Mas porque?? bom existe infinitas respostas, para melhor fazer entender...

Primeiramente, o peso do arquivo final: o site HTML sempre será mais leve que um site todo feito em Flash. Nesse ponto, um site HTML (aqui estamos falando somente de sites bem montados com imagens otimizadas e Flashs bem feitos) leva uma relativa vantagem. O seu peso tem que se adequar as necessidades do usuário. Maior exemplo é o GOOGLE, maior site da internet e é essencialmente leve.

Uma outra questão é as palavras chaves lidas e acondicionadas nos sites de buscas como Google e Yahoo.
é onde seu site é visto. um site totalmente feito em flash terá alguma dificuldade deste tipo de leitura pelos sites de buscas.mas é claro que existem resoluções manuais para evitar este tipo de infortunio.


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Crescimento dos sites de imóveis

Na última quarta-feira (28) foi divulgado um levantamento feito pelo Ibope NetRatings indicando que o atual aquecimento do segmento de construção civil no país vem refletindo em um aumento na procura de informações sobre empreendimentos residenciais e comerciais a internet.

E o crescimento é bastante expressivo: segundo os dados, em abril de 2008, aproximadamente 1,2 milhão de pessoas navegaram em sites relacionados a imóveis. O volume representa um crescimento superior a 100% em relação ao mesmo período do ano passado. Este número é ainda mais significativo se levarmos em consideração que o Ibope afere somente os acessos residenciais.

Além do cenário econômico favorável, outro fator que contribuiu para este crescimento foi a ampliação do acesso à banda larga pelos brasileiros – cerca de 82% dos 22,4 milhões de usuários residenciais utilizam este tipo de conexão.